Vamos regar a solidariedade!

28 Novembro, 2005

e continua...

segunda parte da reportagem sobre o Orfanato Minha Vó Flor
"...O trabalho de Vovó Flor, como todos a chamam, permaneceu desconhecido até 1997, quando, muito endividada, ela pediu ajuda através da imprensa. Apesar de ser uma mulher empreendedora - trabalhou por 10 anos em hospitais como auxiliar de enfermagem, foi dona de um bar-restaurante, negociava com coco na feira, teve uma loja de embalagens - ela já não conseguia mais manter sozinha tantas crianças, além dos seus quatro filhos. Com a fama, muitas doações e auxílios apareceram - alimentos, roupas, material de limpeza - e também muitas outras crianças..."

Vó Flor também é notícia...

Veja agora um trecho da matéria feita pelo reporter do Jornal Correio da Bahia Agnes mariano.
"Ao contrário da maioria das pessoas, Florenice Macedo nunca conseguiu ser indiferente aos problemas alheios, mesmo quando afetavam pessoas que não eram seus parentes. Ao invés de só reclamar ou culpar o governo, ela preferiu arregaçar as mangas e fazer a sua parte. Em 1978, levou para morar na sua casa a primeira criança: um garoto que vivia nas ruas e roubava para sobreviver. De lá para cá, a sua casa se transformou na Creche Orfanato Minha Vó Flor que, com muitas dificuldades, é o novo lar de 50 crianças e jovens, com idades entre 0 a 16 anos.
O trabalho de Vovó Flor, como todos a chamam, permaneceu desconhecido até 1997, quando, muito endividada, ela pediu ajuda através da imprensa..."

10 Novembro, 2005

Natal da vovo Flor...


Neste natal nao deixe a esperança morrer, ajude a Creche e Orfanato Minha Vó Flor, e continue regando esta ideia, fazendo florescer a solidariedade.

07 Outubro, 2005

Carnaval e SOLIDARIEDADE...


Aperto de mãos
simbolizando a uniao


A Creche e Orfanato Minha Vó Flor é muito bem quista frente à sociedade baiana, ai está o motivo para muitos artistas da terra contribuírem para esta instituição que e tanto zela por nossas crianças, exemplos bem claros é o da família Macedo que em 2004 fez uma doação de 500 latas de leite em pó para a instituição, no mesmo ano um fã-clube da cantora Ivete Sangalo, também fez uma campanha para ajudar a instituição, campanha esta que foi intitulada de “A Solidariedade Em Mim e Em Você”, já o Bloco Beijo fez uma campanha de doação de brinquedos para a entidade. E assim com a ajuda de todos que estiverem dispostos, a vó Flor continua a cuidar de suas crianças.

Imagem: Portal da Solidariedade

06 Outubro, 2005

A vó que ajuda...


Hoje 1/3 da população brasileira é mal nutrida,9% das crianças morrem antes de completar 1 ano de vida.
É por informações que nem estas que Dona Florenice, a vó Flor, ajuda a nossa sociedade. Ela cria o futuro da nação, nossas crianças. Mais ai vem o maior questionamento, quem deveria cuidar destas crianças, ela ou o governo? Ela diz que cuida por amor ao próximo e carinho ao seu semelhante, porém o governo deveria cuidar já que essas crianças carentes são filhos de uma nação, a nossa, um país de pessoas humildes, porém rica em cultura e amor.
Em nosso tão esplendoroso Hino Nacional, um verso afirma “...veras que um filho teu não foge a luta...” e não foge, vamos as ruas lutar pelo que é certo, então, para que no futuro tenhamos filhos que não fogem a luta, vamos cuidar deles com todo o carinho, respeito e dignidade, mas enquanto o governo não faz sua parte, pessoas iguais a Dona Florenice, ajudam do jeito que podem.

Imagem e dados: Site da Fome

04 Outubro, 2005

Meninas que têm meninos...


Todos os anos mais de 70 mil crianças e adolescentes do sexo feminino morrem devido a complicações durante a gravidez e o parto, revela um relatório da ONG Save the Children. De acordo com o documento, esta é a principal causa de morte das jovens nos países pobres. O relatório, intitulado Meninas que têm Meninos, analisa o a situação mundial da maternidade, centrando-se na questão dos milhares de menores de idade que se tornam mães sem estar física ou mentalmente preparadas. «Uma maternidade demasiado precoce pode ser uma sentença de morte tanto para as mães como para os filhos», alerta a organização. A Save the Children assinala que uma jovem com menos de 20 anos que tenha um filho tem um risco 50% maior do que o de uma adulta de morrer na sequência da gravidez ou do parto. «A mulher não está fisicamente preparada para a maternidade senão cinco anos depois da sua primeira menstruação», explica a organização.
A Save the Children assinala que uma jovem com menos de 20 anos que tenha um filho tem um risco 50% maior do que o de uma adulta de morrer na sequência da gravidez ou do parto. «A mulher não está fisicamente preparada para a maternidade senão cinco anos depois da sua primeira menstruação», explica a organização.

Fonte: Diário Digital

No mundo...



Cinco milhões passam fome, alerta a ONU.
O Programa Alimentar da ONU informa que quase metade da população do Malawi - cerca de cinco milhões de pessoas - pode precisar de alimentos, já que o país enfrenta a prior crise nas plantações de milho dos últimos dez anos. Períodos de seca e a falta de sementes e fertilizantes são apontados como os factores que levaram à crise na safra de milho, noticia a BBC. O preço dos alimentos disparou no país. Milhares de pessoas procuram ajuda nas agências humanitárias. De acordo com o Programa Alimentar da ONU, as dificuldades estão sendo maiores do que o previsto. Os planos iniciais eram de alimentar cerca de dois milhões de pessoas até Abril de 2006. Agora, a previsão é de atender a quase três milhões de pessoas. O Programa da ONU confirmou terem já morrido 29 crianças no sudeste do país devido a doenças ligadas à desnutrição. Há informações de que parte da população do Malawí já se está alimentando apenas uma vez por dia. O Malawí não é o único país no sudeste de África a enfrentar problemas com a falta de alimentos. A ONU acredita que cerca de 12 milhões de pessoas na região vão precisar de ajuda internacional nos próximos meses.

03 Outubro, 2005

Quem quer faz...


Ao contrário da maioria das pessoas, Florenice Macedo nunca conseguiu ser indiferente aos problemas alheios, mesmo quando afetavam pessoas que não eram seus parentes. Ao invés de só reclamar ou culpar o governo, ela preferiu arregaçar as mangas e fazer a sua parte. Em 1978, levou para morar na sua casa a primeira criança: um garoto que vivia nas ruas e roubava para sobreviver. De lá para cá, a sua casa se transformou na Creche Orfanato Minha Vó Flor que, com muitas dificuldades, é o novo lar de 50 crianças e jovens, com idades entre 0 a 16 anos.
O trabalho de Vovó Flor, como todos a chamam, permaneceu desconhecido até 1997, quando, muito endividada, ela pediu ajuda através da imprensa. Apesar de ser uma mulher empreendedora - trabalhou por 10 anos em hospitais como auxiliar de enfermagem, foi dona de um bar-restaurante, negociava com coco na feira, teve uma loja de embalagens - ela já não conseguia mais manter sozinha tantas crianças, além dos seus quatro filhos. Com a fama, muitas doações e auxílios apareceram - alimentos, roupas, material de limpeza - e também muitas outras crianças.

02 Outubro, 2005

O estudo...


Crianças da Minha Vó Flor estudando


Todas as crianças em idade escolar vão à escola pela manhã, enquanto os menores ficam em casa e são alfabetizados por uma das oito voluntárias que ajudam a cuidar do orfanato. Alternando autoridade e carinho, Vovó Flor se esforça para oferecer novas perspectivas para as suas crianças, que, muitas vezes, já viveram histórias tristes. Quando estão maiores, ela mesma vai em busca de emprego e, assim, "eles seguem a vida deles". Sobre os que já partiram, ela enumera: "Francisco e Luciano trabalham na Rodoviária, Renê está no Exército, Hildete está casada e mora em São Paulo". Quem quiser ajudar ou conhecer o trabalho do orfanato, pode entrar em contato pelos telefones 313-4741 e 315-2900. Visitas de médicos e dentistas também são bem vindas. A conta do orfanato é do Banco do Brasil, ag. 0346-8, c/c: 689.869-6.